segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Um tiro do bem

Terráqueos, saudações.Em primeiro lugar, gostaria de
pedir desculpas, pela falta de atualizações de minha
parte , aos que continuam visitando o blog
diariamente.Vou tentar escrever ao menos uma vez por
semana, para que o Lorde Almôndego não caia no
esquecimento .
Foi uma semana tensa essa que passou .Fábricas
explodindo, pára-quedistas se chocando no ar, asilos
políticos não declarados, bandidos mortos .É, pelo menos
uma coisa de bom aconteceu .Na Tijuca, por volta das
9h30 da sexta-feira, um homem que fugia da polícia por
ter roubado uma kombi dos correios com mais dois
comparsas entrou em uma farmácia e pegou a gerente como
refém.Ele portava uma granada e ameaçou soltar o
pino.Quando ele fez isso pela segunda vez, um atirador
de elite camuflado em um prédio a 40 metros de distância
disparou um tiro certeiro na cabeça do marginal, que
morreu instantes depois a caminho do hospital . Não foi
um caso grande o suficiente para limpar o nome da
polícia de elite do país depois do fracasso com o
Lindembergue Alves, mas deu para mostrar que temos sim
homens preparados .
A princípio, não gosto da violência .Mas não dá para não
comemorar o desfecho do recente acontecimento no Rio de
Janeiro : o herói salvou o dia, a mocinha saiu sem um
arranhão e o bandido foi morto .Eu cresci lendo
histórias com este final, e fico feliz em saber que eles
de fato existem .Naquela esquina, deviam clocar uma
estátua do major Busnello, chefe de Planejamento de
Operações do BOPE, por honra ao mérito .Só que dessa vez
não teve como fazerem um filme para exaltar o bandido,
como no famoso caso do no caso do ônibus 174, porque
todos os presentes viram o que aconteceu ao vivo,
inclusive alguns canais da televisão .Dessa vez tivemos
um final feliz .
Um repórter da Globo, por sinal realmente da globo se é
que me entendem, indagou ao comandante Fernando Príncipe
Martins, que liderou a operação, se não havia algum
outro jeito de terminar essa história se não matando o
bandido.Então Príncipe lhe respondeu que a única maneira
seria neutralizando o elemento .Mas talvez ele devesse
ter respondido o que o repórter acharia se fosse algum
parente dele no lugar da gerente da farmácia .
Casos como esse são frequentes em lugares desenvolvidos
como os Estados Unidos, e lá eles não dão uma segunda
chance para os marginais, porque sabem que eles não a
merecem a partir do momento em que se pega uma mãe de
família e a ameaça com uma granada .Que esse caso sirva
de exemplo para futuras situações que certamente
ocorrerão no país .Se toda vez que um marginal fizer
alguém de refém, levar uma tiro na cabeça, teremos
menos crimes do gênero e a polícia será mais respeitada
e temida .Como eu já disse, não precisamos de armas para
melhorar nosso país, precisamos de educação,
conscientização e de exemplos .E esse, eu vos digo, foi
um ótimo exemplo daquilo que acontece com quem ousa
ameaçar a vida de inocentes .

2 comentários:

Cachorro Louco disse...

André :é isso aí cara ,bandido tem de ir para a cidade dos pés juntos rapidinho.Não se pode dar moleza para quem não tem respeito pela vida humana.Espero somente que as ONGs defensoras dos "Direitchus umanuz" não tentem crucificar o atirador, que não somente acertou o bandido ,mas também deu um exemplo para a sociedade e para seus colegas de farda .
Abraços

Cavalo de Tróia disse...

Muito bom o seu texto, vc vai acabar virando escritor!